Vai ser preciso mais que pedra para derrotar o Osasco na Superliga


Capitãs contam como derrubar ?Golias? Osasco

Kiara Mila Oliveira

Uma máquina de fazer pontos e ganhar partidas. É assim que o Molico/Osasco segue nesta temporada da Superliga: sem dar chances aos oponentes e acumulando a invencibilidade dos 26 confrontos da primeira fase.

Diante deste panorama, o Brasília/Vôlei, pior classificado para os playoffs, assume o papel do pequenino “Davi” diante do gigante “Golias” para tirar o favoritismo do rival na próxima quinta-feira, às 19h, em São Paulo.

Mesmo estreante no torneio e longe do favoritismo, o Brasília/Vôlei carrega em seu elenco a experiência de diversas medalhistas olímpicas como Érika, Elisângela e a capitã, Paula Pequeno. A fim de pesar os lados da moeda, o Jornal de Brasília quis saber a opinião das capitãs de todas as equipes que disputam a Superliga, sobre quem pode levar a melhor no confronto.

A campanha extraordinária do Osasco não deixa dúvidas de quem é visto pelas lideres como provável semifinalista. “Não me surpreendo com o número de vitórias”, comentou Andreia Laurence, capitã do Pinheiros.

Todas as capitãs destacaram as cinco atletas da seleção brasileira como base para a grande atuação do time paulista. São elas: Adenízia, Camila Brait, Fabíola Almeida, Tandara Alves e Thaisa Daher.

É possível
A Levantadora Fofão foi uma das que não apontou um extremo favoritismo do Osasco. Ex-companheira de seleção das veteranas do Brasília/Vôlei, a capitã do Rio de Janeiro acredita que na próxima fase tudo pode mudar, e estimula as candangas. “O playoff é outra competição e todos os clubes voltam a ficar iguais novamente”, destacou.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

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