Universal evangeliza na Praça da Sé


Com oração realizada pelo bispo Clodomir Santos, Universal vai ao centro de São Paulo falar a quem precisa

Por Andre Batista / Imagens: Renato Lelles

“Ele bateu o pé no chão, sentou agarrado à cadeira e decretou: ‘Daqui eu não saio. A minha vida vai mudar hoje!’ A concentração de fé teve início por volta das 9h e, mesmo debaixo da fina garoa que impacienta milhões de paulistanos todos os dias, aquele senhor permaneceu sentado. E eu disse que tinha certeza de que a vida dele começaria a mudar naquele dia.”

Quem nos relata o ocorrido é o pastor Douglas Cravcenco, de 31 anos. Empenhado em espalhar a Palavra de Deus, ele faz parte da equipe que no dia 25 de outubro rumou até a Praça da Sé, marco zero da cidade de São Paulo, para apresentar (ou reapresentar) Deus às pessoas que mais precisam dEle.

“Nós não podemos esperar que as pessoas vão até a Igreja. Nós vamos aonde elas estiverem”, relata Cravcenco.

Bem recebidos pelos transeuntes (e moradores) da praça, a Universal atendeu moradores de rua, doentes crônicos, desempregados, viciados e toda sorte de pessoas que precisam mudar suas vidas.

Além da oração em grupo realizada pelo bispo Clodomir Santos, os paulistanos também receberam orientação espiritual, oração individual e puderam conhecer mais do trabalho da Universal por meio de conversas e do jornal distribuído durante o evento.

Cícera Silva explica porque parou com seu companheiro Marcelo Souza diante da abordagem dos voluntários. “Eu acredito que esse tipo de trabalho é muito importante, até porque nem sempre as pessoas têm tempo de ir até a igreja. Independentemente da congregação que se frequenta, receber uma oração e a Palavra de Deus faz muito bem para todos nós.”

A maior parte dos atendidos são moradores de rua que vivem na praça e seus arredores, mas também estiveram presentes enfermeiros, domésticos, porteiros e toda a classe de profissionais. Ao todo, cerca de 400 pessoas foram recebidas.

“Tem muita gente participando, estão nos aceitando com muita alegria”, relatou a voluntária Crislaine Oliveira, que também colaborou no trabalho.

Para Cravcenco, isso acontece porque as pessoas dali sabem que a Universal não aparece apenas de vez em quando, mas está sempre presente por meio de visitas, doações e orações.

Mas está ali para orientar, ajudar como puder e mostrar que só o Senhor Jesus pode dar a direção correta a seguir.

“Eles sabem que nós não viemos aqui apenas para fazermos um trabalho. Nós compramos a briga deles”, finaliza o pastor.

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