Seleções percorrem ao menos dois mil quilômetros para chegar às quartas


Seleções percorrem ao menos dois mil quilômetros para chegar às quartas

Ao entrar nessa viagem, a seleção brasileira é a segunda que mais rodou até agora

Atenção passageiros do voo Copa-2014, com destino ao título Mundial. Os oito viajantes que ainda restam, favor acomodem-se em suas poltronas, pois a viagem ainda conta com muitas escalas e turbulência constante.

Reclamar da quilometragem percorrida até agora por Brasil, Colômbia, Holanda, Costa Rica, França, Alemanha, Argentina e Bélgica não convém.

A equipe de Robben, por exemplo, tem o maior acúmulo de milhas da Copa, com 7.326 quilômetros, entre primeira fase e oitavas de final. Ainda assim teve forças para virar a partida contra o México aos 49 minutos do segundo tempo, se classificando para as quartas.

Já seu rival de sábado, a Costa Rica, tem menos bagagem até o momento, com 4.922 quilômetros percorridos. No entanto, a zebra do Mundial precisou de mais tempo para embarcar no voo das quartas, ao derrotar a Grécia somente na disputa de pênaltis.

Horas de voo

Ao entrar nessa viagem, a seleção brasileira é a segunda que mais rodou até agora. Foram mais de seis mil quilômetros, e, para permanecer na viagem, terá de vencer o “pânico de avião” que sua comissão técnica parece ter descoberto. Pela frente, o Brasil encara a Colômbia, um dos times que menos viajaram até o momento.

Concentrada em São Paulo e realizando jogos somente na região Sudeste e Centro-Oeste, os colombianos percorreram 1.849 quilômetros na primeira fase. Só aumentou sua rodagem nas Oitavas, quando saiu de Cuiabá para o Rio de Janeiro – 2.017 km de distância.

A Colômbia só não viajou menos que a Argentina e a Bélgica. As duas seleções que se enfrentam em Brasília, no sábado, rodaram, juntas, menos do que o Brasil. A Bélgica teve, na primeira fase, 863 quilômetros percorridos, sempre na região Sudeste. Só saiu de lá para encarar os Estados Unidos, na Bahia.

Um descanso que pode ter pesado na prorrogação, já que os norte-americanos foram os que mais fizeram conexões, sendo mais de 11 mil km viajados pelo Brasil.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

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