Se patrão é amigo de funcionário, porque não divide os lucros?

(Internet)
Por: Ana Jara Macêdo

  O sistema político em Brasília e o mundo empresarial na área de segurança, tem sido uma verdadeira batalha de guerra, entre vários parlamentares distritais no DF.

  A maioria são donos de empresas e disputam entre-si o mesmo público eleitoral, os vigilantes das empresas terceirizadas (que são empresas deles). De um lado são 3 deputados donos das empresas de vigilância, e do outro um único defensor dos vigilantes.

  Neste mês de julho, uma edição impressa do “Jornal dos Vigilantes”, fez duras críticas a um discurso de um dos deputados sobre “O Patrão Amigo dos Vigilantes”. A crítica no jornal questionava se o patrão é amigo dos vigilantes, porque não divide os lucros da empresa com seus “amigos”.


  Tudo isso porque o ano eleitoral está chegando, e quase todos eles irão concorrer a reeleição em Brasília. Fica a critério do trabalhador decidir se irão votar no patrão ou no defensor da sua jornada de trabalho. De um lado o patrão garante a permanência do emprego, e do outro aquele que defende os seus direitos.

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