Russomanno promete melhorar parcerias da prefeitura com hospitais privado

Após criticar convênio com Einstein, o candidato se reuniu com a direção do hospital
O candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PRB, Celso Russomanno, prometeu nesta quinta-feira (30) que, caso eleito, vai melhorar o funcionamento das parcerias que a prefeitura tem com organizações sociais para a gestão de unidades de saúde.
Após se reunir com o presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, Cláudio Lottenberg, o ex-deputado afirmou que os convênios não funcionam bem porque o poder municipal não oferece recursos suficientes.
– Os convênios que são feitos com as organizações sociais são muito grandes hoje. É humanamente impossível não enxergar e dizer que vai, da noite para o dia, acabar com isso. Não vai. Nós queremos que as parcerias funcionem e que os médicos estejam nas pontas.
Na semana passada, Russomanno havia criticado a UBS (Unidade Básica de Saúde) do Jardim Mitsutani, na zona sul da cidade, que é gerida pelo Einstein. O candidato chegou a dizer que o serviço no centro é “da pior qualidade” porque não dispõe de um número suficiente de médicos.
Após a conversa com o diretor do hospital, Russomanno disse que foi informado de que a instituição não é responsável pela administração de todos os setores da UBS.
– Ele me informou que certas coisas não estão dentro da gestão deles, por exemplo os banheiros. Reclamei que faltava papel higiênico, sabonete, toalha. Esse material também deveria ser de quem está gerindo a UBS e não da prefeitura.
A reunião durou cerca de uma hora e não pode ser acompanhada pela imprensa. O candidato a vice, Luiz Flávio D´Urso, e o presidente do conselho político da candidatura de Russomanno, deputado Campos Machado (PTB), também participaram da visita.
Pesquisa
O candidato comentou ainda as pesquisas Datafolha e Vox Populi desta quarta-feira (29) , que apontam nove pontos de vantagem dele em relação ao segundo colocado, José Serra (PSDB), com 31% para o primeiro e 22% para o segundo.
Russomanno disse que sua equipe está no caminho certo e que vai manter a estratégia de campanha.Questionado sobre o crescimento de sua rejeição, de 12% para 15%, apontado pela pesquisa Datafolha, o candidato afirmou que acredita mais na pesquisa Vox Populi.
–  Saíram duas [pesquisas], em uma eu tenho 5 % [de rejeição] e na outra apareço com 15%. Se a de 5% foi com maior quantidade de pessoas, eu acredito mais na de 5%. E ela mostra que a minha rejeição é extremamente baixa.

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