Pane elétrica desenergiza trilhos do Metrô a partir da Asa Sul, em Brasília


Pane elétrica desenergiza trilhos do Metrô a partir da Asa Sul, em Brasília
Empresa diz que rompimento de cabo levou a sobrecarga de estação.
DFTrans enviou ônibus à estação terminal para fazer transporte gratuito.
Do G1 DF

Trem do Metrô do Distrito Federal (Foto: G1 DF)

Uma pane elétrica atingiu o sistema do Metrô na manhã desta terça-feira (1º) e desenergizou os trilhos a partir da estação Terminal Asa Sul, em Brasília. De acordo com a empresa, o problema foi provocado pelo rompimento de um cabo de energia durante a obra de revitalização do viaduto da L2 Sul. A situação acabou provocando sobrecarga na Estação Águas Claras, que desde então ficou responsável por energizar todo o tronco de linhas do Plano Piloto.

Para evitar maiores transtornos aos passageiros, o DFTrans enviou ônibus para o local para transportá-los conforme o trajeto do Metrô – da Asa Sul até a Rodoviária do Plano Piloto. Os usuários não vão precisar pagar pelo serviço.

O diretor de Operação, Fernando Soller, disse por telefone à TV Globo esperar que os reparos terminem entre 7h30 e 8h. “Tivemos que operar nesta semana com a energia vinda de Águas Claras para o túnel [por causa do rompimento do cabo]. Como este sistema tem seus 16 anos de operação, várias emendas apresentaram problemas. Nesta madrugada refizemos três.”
Vista aérea da Estação Terminal Asa Sul, com ônibus reforçando o atendimento a usuários que precisaram deixar o metrô após pane elétrica (Foto: TV Globo/Reprodução)

O Metrô recebe diariamente cerca de 140 mil passageiros. A estação com maior fluxo é a da Rodoviária do Plano Piloto, por onde passam 20 mil pessoas por dia.

Manutenção
No final do mês passado, o Metrô fechou, pela segunda vez, contrato emergencial com o Consórcio Metroman para realização dos serviços de manutenção preventiva e corretiva do sistema para o período de seis meses. A contratação, de R$ 48 milhões, foi publicada no Diário Oficial.

O consórcio, formado pelas empresas Serveng-Civilsan e MGE, é investigado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) por suspeita de formação de cartel com a Alstom para as obras de manutenção do Metrô de São Paulo e do DF. Até o início de 2013, o consórcio era formado pelas empresas Siemens e Serveng-Civilsan.

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