Operação Top Shot prende traficantes com 10 kg de haxixe


Operação Top Shot prende traficantes com 10 kg de haxixe

O entorpecente estava escondido em um arreio para cavalos

Paula Morais

Uma ação realizada pela Coordenação de Repressão às Drogas,(CORD/PCDF), prendeu quatro homens suspeitos de tráfico interestadual. Durante seis meses de investigação, a operação, que teve apoio da Polícia Rodoviária Federal, deflagrou a quadrilha que atuava em outros estados e revendia as drogas em Brasília. Três homens foram presos na região de Santa Maria, na última terça-feira(22).Cerca de 10 quilos de haxixe foram apreendidos durante a operação.

De acordo com as investigações, foi constatado que o tráfico tinha origem no estado do Mato Grosso do Sul e passava pelo estado de Goiás, com destino à Goiânia, Brasília e entorno. Elton Célio Salles, a “mula” – contratado para fazer o transporte da mercadoria – foi preso no dia 12 de abril. Segundo informações do delegado responsável pelo caso, Rodrigo Bonach, a quantidade estava acondicionada no interior de uma sela, utilizada em cavalos, em um ônibus interestadual.

Para Bonach, essa foi a maior apreensão de haxixe já realizada no DF. “É uma droga de perfil mais sofisticado com uma avaliação de aproximadamente R$ 150 mil. A partir dessa primeira apreensão desenvolvemos a segunda etapada da operação que resultou na prisão de mais três integrantes, entre eles, o líder da quadrilha”, aponta o delegado

O líder, Akram Abder Rahim Hamider, 32 anos, residente de Goiânia, veio para o Distrito Federal para encontrar os outros integrantes; Wallace de Oliveira Campos, vulgo “Mortinha”, 38 anos e Eduardo Franklin Teixeira dos Santos, 31 anos. Todos foram presos em uma residência localizada em Santa Maria, no último dia 22.

Durante o tempo de investigação, a polícia apreendeu uma moto aquática que havia sido furtada em um condomínio residencial em Goiânia, no dia 11 de abril. O veículo estava em uma oficina da Vila Planalto, região onde dois dos integrantes são residentes. “São pessoas que não acreditam no sistema de segurança, se acham infalíveis e comentem esses tipos de crimes acreditando que não serão pegos. Mas na verdade passam a maior parte da vida delas encarceradas.”

Todos os integrantes da quadrilha ja tinham passagem pela polícia e respondiam judicialmente por cada ato infracional. Entre os principais estão, tráfico de drogas, associação ao tráfico, homicídio, porte ilegal de arma de fogo, furto qualificado, entre outros.

A quadrilha está em prisão preventiva e irão responder por tráfico de drogas, e podem pegar uma pena de até 15 anos de prisão.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

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