O prêmio cultural

Marcus Eduardo Pereira

Repleta de descobertas e muitas vivências, a adolescência é uma fase marcante na vida. Estudos, amizades, abraços, beijos e namoros são as principais atividades com as quais a maioria se preocupa.

Nos rostos dos jovens atletas que participam da Gymnasíade 2013, que ocorre no Centro de Capacitação (CECAP) dos bombeiros, as espinhas e brincadeiras denunciam que, apesar de suas obrigações como competidores, ainda estão na faixa dos 15 a 17 anos.

A competição com adolescentes de diversas partes do mundo começou ontem. As primeiras provas foram as de atletismo e também de caratê. A pluralidade cultural chama atenção principalmente ao observar a troca de ideias entre jovens de países diferentes. “É legal vir a essas competições porque conhecemos diversos tipos de culturas e acabamos fazendo várias amizades”, comentou o russo Pavel Markin, que competirá na modalidade de salto triplo.

Aprendizado

Na pista, era nítida a diferença entre o brasileiro Vitor Mourão e seus adversários. Competindo nos 100 metros rasos, prova mais famosa do atletismo, o garoto está se destacando. Campeão sul-americano da categoria e vice no Mundial na Ucrânia, ele não precisou de muito esforço para ser o melhor atleta do torneio com 10s64 na final. Para Vitor, a competição serve também para essa troca de experiências. “É bom aprender, viajar. O atletismo tem me proporcionado isso”, comentou jovem, fã do jamaicano e mais veloz corredor do mundo, Usain Bolt.

O velocista brasileiro é carioca, estuda na escola Mahatma Gandhi e persegue o sonho de se profissionalizar no esporte. Mas, sem atropelar as fases da vida, Vitor aproveita sua adolescência como qualquer um. “Tento levar o atletismo como profissão, mas ainda sou jovem, tenho que curtir. As vezes saio brinco… Geralmente com o pessoal do atletismo mesmo. Evitamos baladas, mas um dia ou outro, para poder descontrair, é bom”, brinca o garoto.

Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br

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