O DIREITO DE RESPOSTA



O DIREITO DE RESPOSTA

Caro Germano Guedes, só entende o que ler todo aquele que sabe interpretar um texto.
Em primeiro lugar, não estou indignado e nem tão pouco, lhe chamei de bandido em momento algum.
Se você acha que nos movimentos que participo faço teatro, só lamento pela sua forma de me ver nas reuniões.
Se eu disser que já dei algum emprego para alguém, também estou mentindo. Primeiro
que não tenho empresa e segundo que não tenho vínculo nenhum com empresário, ou parlamentar, para me valer destes recursos e ainda dizer que estou dando emprego. O que não sei o se é o seu caso.
Para concluir, quero lhe informar, que não tenho nenhum sentimento de culpa de não ser o tipo de líder comunitário que você e outros mais são.
Graças a Deus que sou um Servidor na área da Saúde Pública Federal há 30 anos e sou totalmente livre na qualidade de um trabalhador, no que se refere a não dever favor a quem quer que seja.
Em relação à minha conduta pessoal no local de trabalho, desta não posso falar nada. Se alguém sabe da minha vida pessoal, também só tenho a lamentar. Porque se alguém lembra, ou fala de mim é sinal que causo algum efeito, ou sentimento em alguém. Além do mais, estou comendo e andando, para quem acha o que sou, ou deixo de ser. Só sei que enquanto estão falando bem, ou mal de mim, estou vivendo e para isto, só tem um, a quem devo reverenciá-lo. O nosso Deus, aquele a quem nos dar o direito à vida. O qual requer de nós somente à obediência.
Para finalizar, quero lhe dizer, que o que falta nas pessoas é simplesmente é o ato da humildade. Infelizmente nossa comunidade está cheia desta enfermidade, que contagia não só os que diz serem líderes; mas em especial, à própria comunidade, que parte dela não sabe o que quer de melhor para si. A qual sem noção do que fala, vive a murmurar entre si e conspirar contra os benefícios oferecidos a esta parte referida.
No mais é apelarmos, para que Deus possa transformar aqueles que estão camuflados na condição de líderes, em verdadeiros senhores do bem, em defesa daqueles, que nos consideram os verdadeiros bichos de sete cabeças, nos subestimando como verdadeiros bodes expiatórios, no que diz respeito ao empecilho da sua incapacidade de ser gente humana, para os humanos.
Palavras do Duda de Frente com a Comunidade, o Repórter da cidade Estrutural/DF.
Em 30 de Outubro de 2012.

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