No basquete feminino, a tendência é melhorar



Kiara Mila Oliveira

Reviravolta é uma palavra próxima de definir o Vizinhança/Brasília na Liga de Basquete Feminina (LBF). Mais forte do que antes, o time já se mostrou bem diferente após os sete reforços vindos de Presidente Venceslau (SP). De igual, somente o resultado dos dois primeiros jogos: derrota. 

Na estreia com o Americana, revés por 140 x 18. Na segunda partida, reforçado pelas meninas de São Paulo, por 73 x 63.

Mesmo com os reveses, Fabiana Guedes, capitã do elenco candango, comemora a grande diferença entre os placares. “Para um início foi muito bom, principalmente, porque superamos as expectativas e treinamos só por uma semana”, comemora Fabi. “Não podemos comparar o Americana com o Rio Claro, mas a nossa chegada impactou.”

Para surpreender ainda mais, Fabi espera que o entrosamento entre as garotas paulistas encaixe também com as brasilienses. “A gente tem que trabalhar isso. Para mim é normal e já estou acostumada, tudo é questão de tempo. Apesar da nossa experiência, temos muito o que aprender com elas”, garante.

A capitã aponta o sistema de jogo como o fator principal a ser melhorado. Para ela, a defesa e os chutes de três pontos têm que ser mais bem equilibrados.

Pouca comemoração

As atletas retornam de “férias” dia 25 para iniciar a preparação para a estreia em casa, contra o Ourinhos Basquete, em 14 de janeiro. Dois dias depois, o desafio será o São José, também no Vizinhança.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

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