MUDANÇAS EM CASA



MUDANÇAS EM CASA

A população do Distrito Federal deve sentir diretamente o impacto da instalação do primeiro aterro sanitário da capital federal. Isso porque a principal mudança ocorrerá dentro de casa, com a implantação da coleta seletiva em todo o DF, a partir de fevereiro. A separação entre lixo seco e orgânico, que já é realizada em três cidades, será estendida para todas as regiões, inclusive nas áreas rurais. Com isso, a previsão é de que a quantidade de material reciclado passe de 2,5% para 15%, melhorando as condições de trabalho dos catadores por conta da criação dos centros de triagem, além de reduzir a quantidade de dejetos que irão para o aterro.

Segundo o SLU, apenas 16% do DF tem coleta seletiva. O serviço é realizado em Brazlândia, Lago Norte, Cruzeiro, Asa Sul e Norte (quadras 100, 200, 300 e 400) e algumas quadras do Lago Sul (Península e QI 17).

O governo prevê, ainda, a construção de 12 galpões de triagem de resíduos. Os quatro primeiros centros, que já estão sendo construídos em terrenos do SLU na Asa Sul, Asa Norte, Ceilândia e Gama devem começar a funcionar em maio, juntamente com o novo aterro. Após um período de adaptação à nova realidade dos resíduos sólidos no DF, o governo analisa também a criação de um código de limpeza urbana. “Estamos elaborando esse código, para que se torne projeto de Lei e que se definam penalidades futuramente para quem não descartar o lixo da maneira correta. É uma força a mais para fazer com que todo o trabalho dê certo”, analisa o diretor.


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