Loteamentos irregulares, não!

ROBERVAL EDUÃO

Loteamentos irregulares, não!
Fábio Magalhães

O Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo removeu 24 construções irregulares ontem  (13), na Estrutural, Vicente Pires e em São Sebastião. Nesta última cidade, seis muros nos lotes da Rua 9, do Bairro São José, parcelados irregularmente, conforme o Alô Brasília mostrou no dia 27 de julho, também foram demolidos. Ao todo, nesta localidade, foram derrubados, uma edificação, 50 metros de cerca, e 250 metros lineares de muro acabaram descaracterizados.
Segundo chefe da assessoria de Comunicação da Secretaria de Ordem Pública e Social (Seops), major Carlos Chagas de Alencar, o objetivo é diminuir as invasões do DF e ao mesmo tempo conscientizar a população para a questão da ocupação de área pública. “É antiga indústria da invasão, mas isso não será permitido”.

Novas invasões – O DF possui, aproximadamente, 2,8 mil moradores de rua. Parte deles se abrigam irregularmente em estruturas de lona e madeira erguidas no final da Asa Norte, onde amontoam improvisadamente pilhas de materiais para reciclagem. Na L3 Norte, próximo a UnB, mais de dez barracos foram erguidos, desde 2011, e acomoda dezenas de catadores que rejeitam e intimidam a aproximação de estranhos do acampamento.

Os motivos que levam as pessoas a esta situação são os mais variados desde a mudança de estado, busca de melhores condições de vida, à tratamentos de saúde. Esse é caso do morador de rua Carlito dos Santos, 53 anos, que há três meses se abriga no canteiro central do final Eixão Norte, juntamente com a esposa e um sobrinho. “Vim da Bahia para fazer operação de úlcera, sobrevivo como flanelinha e agora estou esperando ajuda do governo para ir para o Tocantins”, explica.
De acordo com a Sedest, a atribuição do órgão é oferecer meios que retirem os indivíduos da rua e é obrigação do Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo retirar os invasores das áreas

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