JOFRAN FREJAT: Brasília vive uma fase muito ruim, eu tinha que ajudar

Informações Francisco Paula Jr. – Política Real

Parece ter chegado ao fim a “novela” da escolha do vice na chapa do ex-gov Arruda(PR), ao GDF. A impressão é a de que, a partir de agora, Arruda começará, para valer, a sua campanha. Depois de ter que “matar um leão por dia”, tentando se livrar de decisões judiciais confusas, além das “armadilhas”, legais, diga-se de passagem, postas em seu caminho no processo de escolha do vice de sua chapa, Arruda conseguiu convencer o ex-deputado federal e ex-secretário de saúde dos governos de Roriz, o médico Jofran Frejat, a ser o seu vice.

Ouvido, com exclusividade, por este blogueiro, Jofran disse que “resistiu até onde deu” para aceitar o convite, mas que “Brasília vive uma fase muito ruim, isso muito nos preocupa. Então, ouvi minha família e conclui que eu tinha que ajudar. Eu poderia ser cobrado mais adiante se tivesse me negado a colaborar neste momento. Tenho minha vida organizada, por isso resisti. Já fui tudo que desejei ser no DF, e com o apoio e aprovação da população. Sei que não será fácil, mas um homem que tanto já recebeu desta cidade, não poderia se negar a ajudá-la agora”.

A entrada de Jofran na disputa, que é do mesmo partido de Arruda, o PR, trará, sem dúvida, o eleitor rorizista e, claro, o apoio integral da família Roriz. Com isso, Arruda não só poderá a voltar a ter paz em sua campanha, como aglutinará cerca de 35% do eleitorado do DF (foi isso que Roriz deu à sua esposa, D. Wesley na eleição passada), o que lhe manterá à frente na disputa, como mostram todas as pesquisas até o momento.

Pesquisa recente, publicada também aqui, aponta que os três maiores cabos eleitorais no DF seriam, na ordem, Lula, Roriz e Marina silva. O eleitor de Lula o associa a Agnelo, inclusive na rejeição. Arruda e Jofran são, naturalmente, associados ao nome de Roriz, e Marina Silva, após firmar aliança com o PSB de Eduardo Campos, e ainda no DF, declarou que seu apoio aqui será para Reguffe. Acontece que, o candidato do grupo dela aqui já era, à época, o senador Rollemberg. Diga-se de passagem, foi na casa de Rollemberg que Eduardo “acolheu” Marina. Esta, portanto, será uma deselegância que Marina terá que reparar e explicar ao eleitor do DF

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