História de menino que acha livro em lixão é destaque em troféu da CLDF

Cena de 'A caroneira', curta de Brasília que está disputando prêmios do Troféu Câmara Legislativa  (Foto: Reprodução / Divulgação)
Cena de ‘A caroneira’, curta de Brasília que ganhou dois prêmios do Troféu Câmara Legislativa (Foto: Reprodução / Divulgação)




‘Meu amigo Nietzsche’, de Fáusto da Silva, levou 4 prêmios nesta segunda.
‘Parece que existo’, de Mário Salimon, foi eleito melhor longa pelo júri oficial.


Trama que conta a história de um menino que encontra um exemplar de “Assim falava Zaratustra” no lixão da Cidade Estrutural, o curta “Meu amigo Nietzsche” foi o destaque da 17ª edição do Troféu Câmara Legislativa, que integra o 45º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

O filme de Fáusto da Silva levou nesta segunda-feira (24) os prêmios de melhor roteiro, melhor direção e melhor curta-metragem eleito pelo júri oficial e também pelo júri popular. “Meu amigo Nietzsche” levou ainda R$ 6 mil para a compra de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria.

“Parece que existo”, de Mário Salimon, foi eleito o melhor longa-metragem pelo júri oficial. O documentário que retoma a vida e a arte do músico João Macdowell levou também o prêmio de melhor trilha sonora.

A comédia “A caroneira”, de Otávio Chamorro e Tiago Vaz, levou dois prêmios, o de melhor direção de arte e o de melhor atriz para Gleide Firmino. O filme conta a saga de Eleolaine, uma mulher misteriosa que busca vingança.

A seleção é promovida pela CLDF e premia exclusivamente produções realizadas no Distrito Federal, em curta, média e longa-metragem. Ao todo, foram distribuídos R$ 200 mil em prêmios.

Confira a lista completa dos vencedores:
Melhor longa-metragem: “Parece que existo” de Mário Salimon
Melhor curta-metragem: “Meu amigo Nietzsche”
Melhor direção: Fáuston da Silva pelo filme “Meu amigo Nietzsche”
Melhor ator: Bruno Torres pelo filme “Sagrado coração”
Melhor atriz: Gleide Firmino pelo filme “A caroneira”
Melhor roteiro: “Meu amigo Nietzsche”
Melhor fotografia: “Vida calunga”
Melhor montagem: “A Jangada de raiz”
Melhor direção de arte: “A caroneira”
Melhor edição de som: “Vida calunga”
Melhor captação de som direto: “Zé do Pedal”
Melhor trilha sonora: “Parece que existo”
Melhor longa-metragem eleito pelo júri popular: “Sob o signo da poesia” de Neto Borges
Melhor curta-metragem eleito pelo júri popular: “Meu amigo Nietzsche”

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