HÁ 44 DIAS EM GREVE, SERVIDORES DA CAESB AGUARDAM NEGOCIAÇÃO


HÁ 44 DIAS EM GREVE, SERVIDORES DA CAESB AGUARDAM NEGOCIAÇÃO

Há 44 dias em greve, servidores da Caesb descumpriram determinação TRT-DF e mantiveram a greve. Com uma carreata na EPTG, no início da tarde de hoje (2), o trabalhadores pedem para ser recebidos pela direção da companhia e informam que devem decidir ainda hoje se acatam ou não a decisão judicial. Segundo o sindicato, eles estão sem receber benefícios desde 30 de abril e tiveram os salários cortados em 30 de junho

Brasília 247 – Há 44 dias em greve, servidores da Caesb descumpriram determinação Tribunal Regional do Trabalho do Distrito Federal (TRT-DF) e não voltaram ao trabalho. Ao invés disso, iniciaram uma carreata na EPTG, no início da tarde de hoje (2). Eles seguiram em velocidade reduzida, ocupando todas as faixas da via, em direção a Taguatinga. A categoria diz que o governo é truculento e não aceita negociar com o sindicato, que iniciou greve por reajuste salarial no último dia 19 de maio.

O Sindágua informa que deve decidir se acata ou não a decisão do TRT ainda nesta quarta-feira. Segundo o sindicato, eles estão sem receber benefícios desde 30 de abril e tiveram os salários cortados em 30 de junho. Os trabalhadores dizem que vão permanecer na porta do prédio até a diretoria da Caesb se reunir com eles e dar a garantia de que vai continuar a negociação. A Caesb informou que não vai se manifestar a respeito do ato e que vai apenas cumprir a determinação do TRT-DF.

O TRT-DF decidiu ontem (1º) que os funcionários da Caesb deveriam retornar ao trabalho nesta quarta-feira e determinou multa de R$ 100 mil por dia para o caso de descumprimento. Os desembargadores reconheceram a legitimidade da greve, recomendando a compensação dos dias não trabalhados e a manutenção dos valores salariais estabelecidos e das cláusulas financeiras, de acordo com o último acordo da categoria realizado em 2012.

Além do reajuste salarial de 18%, a categoria alega haver sonegação de dados financeiros por parte da gestão da companhia. O sindicato pede também a redução de cargos comissionados, implementação de tarifa com base na renda per capita familiar, criação de comissão para estudo de fluxo de caixa e de investimento, fim da terceirização e contratação de concursados. A Caesb concedeu reajuste de 6%.

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