Ex-administrador de Taguatinga deve passar a noite em hospitalCarlos Jales apresenta quadro de hipertensão e passará por exames ainda hoje. Ele está sob escolta policial após deflagração da Operação Átrio nessa quinta-feira (8/11)

 (Antônio Cunha/CB/D.A Press)

Ex-administrador de Taguatinga deve passar a noite em hospitalCarlos Jales apresenta quadro de hipertensão e passará por exames ainda hoje. Ele está sob escolta policial após deflagração da Operação Átrio nessa quinta-feira (8/11)

Viatura da DECO aguarda saída do administrador de Taguatinga no Hospital Santa Marta

O empresário e ex-administrador de Taguatinga, Carlos Jales, passou mal na tarde desta sexta-feira (8/11) e deve permanecer internado no Hospital Santa Marta, em Taguatinga, pelo menos até sábado (9/11). Os médicos responsáveis por tratar de Jales informaram ao delegado da Divisão Especial de Repressão ao Crime Organizado (Deco) Fábio Santos de Souza que o ex-administrador apresenta quadro de hipertensão e, por isso, deverá ser submetido a novos exames ainda hoje.

Jales, que é diabético e hipertenso, chegou sozinho durante a madrugada desta sexta-feira no hospital alegando dores no coração. Ele estava sendo procurado pela polícia após a deflagração da Operação Átrio, que investiga a concessão irregular de alváras emitidos pelas administrações de Taguatinga e Águas Claras. O ex-administrador permanece sob escolta policial e, assim que receber alta, será conduzido para a carceragem da Departamento de Polícia Especializada (DPE).

Investigação
A Operação Átrio foi deflagrada nessa quinta-feira (7/11) pela Deco em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Já nas primeiras horas do dia, os policiais cumpriram mandados de prisão, busca e apreensão em 13 endereços, entre eles, Hotéis Manhattan e Kubitschek e Administrações Regionais de Taguatinga e Águas Claras.

Além do ex-administrador de Taguatinga, outras 11 pessoas – entre elas o ex-vice governador do DF, Paulo Octávio, e o administrador de Águas Claras, Carlos Sidney de Oliveira – também são suspeitas de estarem envolvidas no esquema e estão sendo investigadas pela operação.


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