Estado e Democracia de Alta Intensidade


   A qualidade da gestão de Eduardo Campos, amplamente aprovada pelos pernambucanos, se refletiu nas eleições de 2010. Reeleito no primeiro turno com 82,84% dos votos válidos – a maior votação proporcional do Brasil, o governador deu início ao seu segundo mandato de maneira tranquila, mas já trabalhando muito.

Em seu segundo mandato, Campos alterou o organograma das secretarias, criando, fundindo e extinguindo algumas pastas, com o objetivo de uma administração ainda mais eficiente. Na cerimônia de posse dos novos secretários, também deixou claro que os altos índices de aprovação não iriam interferir com a qualidade do trabalho. “Terei dos senhores a dedicação ao trabalho e os senhores terão de mim o exemplo, a disciplina, a capacidade de ajudar as suas equipes e também de cobrar em nome do povo de Pernambuco”, disse.

Em poucos dias, o governo já trabalhava todo vapor. A meta era fazer Pernambuco crescer ainda mais. O ano teve obstáculos – como as chuvas que castigaram muitas cidades, e cuja resposta rápida e eficiente do governo foi motivo de elogios até mesmo no exterior – mas também boas notícias, como a confirmação de Pernambuco como uma das sedes da Copa das Confederações, marcada para 2013.

E neste cenário, Pernambuco cresceu ainda mais. Se nos primeiros quatro anos o Estado havia visto um salto de qualidade em todos os setores, o segundo mandato de Eduardo Campos faria com que o Estado se firmasse, definitivamente, como um dos maiores do Brasil.

Assim, um novo capítulo na história pernambucana começou a ser escrito.

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