Equipe de vôlei de Brasília está preparada para jogar torneio


Equipe de vôlei de Brasília está preparada para jogar torneio

Diferentemente do ano passado, equipe tem preparação adequada

Kiara Mila Oliveira

Renovado, estruturado, mais alto e jovem, é assim que o Brasília/Vôlei se apresentou para o seu segundo ano de existência na Superliga. 

Diferentemente do ano passado, quando a equipe tinha apenas nove semanas para iniciar a vida no torneio com atletas despreparadas fisicamente, desta vez tudo promete ser diferente.

Sérgio Negrão, técnico do elenco, hoje dispõe de 18 jogadoras, nove de nome nacional e internacional e duas delas convocadas para representar a seleção brasileira no Grand Prix Mundial, a levantadora Michelle Pavão e a central Angélica.

Diante das peças que tem e o tempo para entrosar a equipe antes do início da Superliga em setembro, o técnico respira aliviado.

“Não posso reclamar da garra e disposição do time que eu tinha antes. As meninas não reclamavam de nada e tenho muito carinho por elas principalmente por terem chegado onde chegaram. Hoje a minha equipe é muito mais forte e competitiva”, compara o comandante.

No ano passado, Negrão e a comissão técnica tiveram sete semanas para preparar o conjunto e contaram apenas com cinco jogos amistosos dentro desse prazo.

Vai mais longe

Prestes a completar cinco semanas de treinos intensos com o novo time – três delas em quadra de areia -, Sérgio hoje observa o time e garante conseguir chegar ao menos entre as quatro melhores do País. No treino da tarde de ontem, todas trabalharam defesa e ataque.

Paula comemora estruturação
Bicampeã olímpica, a capitã do Brasília/Vôlei, Paula Pequeno acumula títulos memoráveis e passagens por grandes clubes do Brasil e do mundo. Prestes a iniciar o segundo ano no elenco do DF, a ponteiro respira aliviada ao ver o time estruturado e lembra as dificuldades que teve quando o grupo engatinhava na Superliga.

“Soubemos absorver da melhor maneira. Se só temos areia, vamos para areia, se não tem piso adequado, a gente trabalha da maneira que der. Mas no segundo ano esperamos não cometer os mesmos erros”, comenta.

Além disso, Paula destaca que no ano passado muitas atletas estavam despreparadas e tiveram de entrar no ritmo rapidamente, situação esta bem diferente da atual, pois o time tem tempo suficiente para se adequar ao time.

Novata comemora

Recém-chegada do Pinheiros, a levantadora Ananda vê o novo clube com ótimos olhos. Aos 25 anos, a principal característica do Brasília/Vôlei apontada por ela foi a integração entre a experiência e a juventude.

“Paula, Érika e Elisângela fazem toda diferença na equipe, principalmente nos treinos. Estou muito feliz aqui”, assegura.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

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