Eduardo Campos



Desde que demos início à nossa aliança programática, estabelecemos uma nova forma de se fazer política no Brasil. Primeiro pensamos em ideias e somente depois em nomes. A aliança firmou com a sociedade o compromisso de apresentar um programa e um conteúdo antes de pensar em eleições.

Isto vale também para os governos estaduais. Para construirmos um novo Brasil, não basta trocar o governo que está em Brasília; é preciso temos governadores que estejam comprometidos com este ideal de uma nova política, mais sincera, transparente e democrática.

Em muitos debates internos entre PSB e Rede, alguns nomes surgem de forma natural frente aos desafios e vantagens de cada Estado. São os casos de Vanderlan Cardoso (GO), Francisco Rodrigues (RR), Lídice da Mata (BA), Paulo Câmara (PE, ao meu lado, nesta foto), Rodrigo Rollemberg (DF) e Alexandre Toledo (AL), Camilo Capiberibe (AP), Ricardo Coutinho (PB) e Renato Casagrande (ES), nomes que serão avaliados cuidadosamente não somente por nós e por nossos aliados, mas também pela sociedade – sempre respeitando os prazos estipulados pela justiça eleitoral.

O Brasil precisa cada vez mais de governadores com capacidade de ouvir a população, de mostrar generosidade e, principalmente, de se emocionar com tudo aquilo que emociona o povo de suas terras, para transformar a realidade dos brasileiros e ajudar o País a dar o salto que tanto esperamos. E este será sempre o objetivo que pautará nossas escolhas e decisões.


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