DF RECEBERÁ R$ 980 MILHÕES PARA SETORES PRODUTIVOS


Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) disponibilizará a quantia em 2014 aos setores produtivos do Distrito Federal; “Pela primeira vez desde a criação do Fundo, há 25 anos, o DF aprovou mais de 100% dos recursos destinados à região”, destacou o subsecretário de Investimentos Estratégicos e Negócios Internacionais, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Apolinário Rebelo

Agência Brasília – Com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento econômico e social, o Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) disponibilizará, em 2014, cerca de R$ 980 milhões aos setores produtivos do Distrito Federal.

A programação para este ano está definida e foi elaborada pelo Banco do Brasil e aprovada pelo Conselho Deliberativo do Desenvolvimento do Centro-Oeste. Serão disponibilizados em torno de R$ 5,2 bilhões em financiamentos para todos os estados do Centro-Oeste. Cada empresa poderá solicitar até R$ 100 milhões.

“Ano passado foram mais de 5 mil operações de crédito e R$ 830 milhões contratados nos setores de comércio e serviços, indústria, infraestrutura, agricultura, turismo e inovação. Pela primeira vez desde a criação do Fundo, há 25 anos, o DF aprovou mais de 100% dos recursos destinados à região”, destacou o subsecretário de Investimentos Estratégicos e Negócios Internacionais, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Apolinário Rebelo.

De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, o Fundo se destina a empresas, produtores rurais, pessoas físicas e jurídicas. A taxa de juros para investimento é de 4,5% ao ano para empresas de médio porte, e de 6% para empreendimentos maiores.

Segundo Rebelo, o FCO tem sido um importante e eficiente instrumento a serviço da política pública de redução das desigualdades e de promoção do desenvolvimento econômico e social da região Centro-Oeste.

As principais finalidades do programa são financiar investimentos fixos e semifixos; capital de giro e custeio associados a projeto de investimento; aquisição de insumos, matéria-prima e formação de estoques para vendas, além de custeios agrícola e pecuário.

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