Depois da quebra de sigilo, um alívio; Distritais não acham o próprio nome no inquérito

02Os deputados afastados da Mesa Diretora da Câmara Legislativa passaram a tarde desta quinta-feira, 15, debruçados sobre o inquérito do Ministério Público que investiga irregularidades na área da saúde público do Distrito Federal.

Uma das conclusões a que chegaram é nos seis volumes a que tiveram acesso, não há citação literal de pelo menos três parlamentares: Raimundo Ribeiro (PPS), Júlio Cesar (PRB) e Renato Andrade (PR). Os respectivos advogados estão otimistas com o que leram. Aliás, com o que não tinha para ler sobre seus clientes. Apenas referem-se a “Mesa”.

Nesta quarta-feira, a justiça aceitou o pedido da defesa dos parlamentares para que se quebrasse o sigilo do inquérito. Porém, apenas para os envolvidos, mas já o suficiente. Isso porque os distritais queriam o acesso para sociedade e imprensa. Até então, segundo os parlamentares, eles não tinham nem conhecimento do que estavam sendo acusados.

Há conversas entre os deputados distritais, alvos das investigações do MP e Polícia Civil na Operação Drácon, de que o órgão acabou sendo “ludibriado” pelos depoimentos da colega Liliane Roriz (PTB).

Depois da quebra de sigilo, um alívio; Distritais não acham o próprio nome no inquérito

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