Denúncia contra máfia da morte

Caso denunciado pelo Correio há quatro anos durante a CPI dos Cemitérios foi confirmado pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e será analisado agora pelo Judiciário. O policial civil José Carlos Moraes Nunes Júnior, conhecido como J. Júnior, foi denunciado por tráfico de influência na Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedest) praticado entre 2007 e 2008. Agente da Polícia Civil, J. Júnior, segundo consta na denúncia, vendia facilidades para empresas funerárias que funcionavam precariamente, usando o nome da então secretária, a deputada distrital Eliana Pedrosa (PSD).
Segundo a ação penal dos promotores do Núcleo de Controle das Atividades Policiais (Ncap), o policial e o então presidente do Sindicato das Empresas Funerárias do DF, Fernando Viana, cobraram propina em troca de promessa de direcionamento na licitação das empresas que seriam habilitadas a prestar serviços do DF. …
Como aponta a investigação do Ncap, o pagamento de pelo menos uma prestadora de serviço foi parar na conta de J. Júnior. Por decisão judicial, o policial foi afastado do trabalho no fim de setembro deste ano e houve busca e apreensão em um escritório dele. O material está em análise. Nada disso impediu, no entanto, que J. Júnior se candidatasse nestas eleições a uma vaga de vereador em Valparaíso (GO) pelo PMDB. Ficou na suplência.

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