Crueldade contra a mulher: Patrão joga água quente no corpo de empregada domestica por custar fazer o café


Crueldade contra a mulher: Patrão joga água quente no corpo de empregada domestica por custar fazer o café

A mulher demorou de fazer o café e foi queimada com água fervente pelo patrão. Após receber alta do hospital, garota foi obrigada a trabalhar mesmo com as queimaduras no c
Uma filipina de 23 anos, que se identifica apenas como “Candice”, que trabalha como empregada doméstica em Riyadh, na Arábia Saudita, teve o corpo queimado por água fervente na casa onde trabalhava. Segundo o site Daily News, a jovem foi punida pelo patrão por não fazer o café rápido o suficiente em que ele agarrou a garrafa térmica e jogou água fervente .

A garota sofreu queimadura nas pernas e nas costas, mas só foi socorrida para um hospital horas após o ataque.

Na unidade médica, a vítima pediu que avisassem a uma prima, que tirou fotos e divulgou no Facebook. Além das fotos, a prima da mulher, que não teve o nome verdadeiro divulgado, contou que ela também era espancada e privada de alimentos pelos patrões. Na legenda da foto ela diz:”Esta é a minha prima que trabalha como empregada doméstica em Riyadh, Arábia Saudita. Ela só foi levada ao hospital seis horas após ter sido queimada com água fervente”.

Ainda de acordo com a prima da vítima, após receber alta do hospital ela foi levada novamente para a casa dos patrões, onde foi obrigada a trabalhar, mesmo com grandes lesões.

A pedido da Embaixada das Filipinas, a garota foi resgatada pelo Departamento de Assistência e Desenvolvimento Social, onde recebe assistência médica e hospedagem.

O vice-Presidente das Filipinas, Jejomar Binay, exige punição para os culpadas que humilharam e tentaram contra a vida de um empregada domestica do seu país. “Candice”, que é mãe de duas crianças com idades 11 meses e 4 anos de idade, vai voltar para Filipinas, mas apelou para ajuda na apresentação de um caso na justiça contra seu empregador abusivo para que o mesmo seja punido.

A empregada doméstica filipina finalmente falou dias depois do incidente. Ela disse que o incidente começou quando seu patrão pediu-lhe para cozinhar o almoço. Ela alegou que seu empregador invadiram a cozinha, encontrou a garrafa térmica que contém a água fervente e derramou sobre ela. Quando a água fervente tocou sua pele, Candice imediatamente se levantou e gritou de dor. Caiu deitada no chão da cozinha, gritando imediatamente por ajuda de seu empregador. No entanto, seu chefe ignorou e, em vez saiu da cozinha e foi para dentro do quarto. Candice depois fui para o quarto dela, onde ela chorou por três horas.
Perguntada como conseguiu suportar a dor por três horas, Candice disse que também não tem ideia de como fez isso.

Enquanto isso, Candice também disse que o incidente escaldante não foi a primeira vez que seus empregadores sauditas machucá-la, e revelou que o filho de seu patrão já havia batido nela.

Candice pretende voltar para casa assim que sua condição melhore e que seu caso contra seus empregadores está devidamente arquivado.

Autoridades do governo da Arábia Saudita já contactou Candice e prometeu que a repatriação vai lhe dá assistência e ajudar no atendimento do seu caso contra seus empregadores.

A mulher em países islâmicos:

Veja que a Arábia Saudita mantém uma interpretação altamente conservadora das leis islâmicas (sharia). O reino é amplamente criticado por violações dos direitos humanos, em especial no tratamento para com a mulher.

Tem países muçulmanos, que as mulheres ainda são impedidas de trabalhar e de andar pelas ruas sozinhas. Milhares de viúvas que, sem poder ganhar seu sustento, dependem de esmolas ou simplesmente passam fome. Mulheres com os dedos decepados por pintar as unhas. Casadas, solteiras, velhas ou moças que sejam suspeitas de transgressões – e tudo o que compõe a vida normal é visto como transgressão – são espancadas ou executadas. E por toda parte aquelas imagens que já se tornaram um símbolo: grupos de figuras idênticas, sem forma e sem rosto, cobertas da cabeça aos pés nas suas túnicas – as burqas. Quando o Afeganistão entrou no noticiário por aninhar os terroristas que bombardearam o World Trade Center e o Pentágono, essas cenas de mulheres tratadas como animais voltaram a espantar o Ocidente. Elas viviam em regime de submissão absoluta havia muito tempo, mas a situação ficou ainda pior desde que a milícia Talibã tomou o poder no país, em 1996.

A teocracia islâmica em um governo da Idade Média em tempos modernos é tão rígida para com o sexo feminino, que uma mulher também não pode sair do país sem uma autorização por escrito do seu responsável (marido, pai ou irmão).

Blog do Gari Martins da Cachoeira

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