Crime suspeito na Fábrica Social: Operários são ameaçados e não recebem o dinheiro corretamento do GDF


É crime eleitoral ou crime trabalhista?


Operários da Fábrica Social sentem-se ameaçados por não questionar seus direitos na Fábrica Social, um programa voltado ajudar as pessoas mais carentes do Distrito Federal pela Secretária de desenvolvimento social. Na fábrica muitos tem a oportunidade de se qualificar profissionalmente e ainda tem a oportunidade de ganhar até 2.000,00 (dois mil reais) com a comissão. Só que os operários reclamam das desigualdades e o tratamento por parte dos servidores da fábrica.

Os servidores ameaçam os operários de acabar com a fábrica caso Agnelo Queiroz venha perder as eleições, e não falar o quanto ganham aos políticos adversários.

As reclamações que o blog ouviu foi de muitos receberem menos de um salário mínimo, sendo contrário o que a SEDEST divulgou na imprensa em programa do GDF.


O GDF defendeu-se em estar ajudando muitas donas de casa e ex-presidiários nesse programa, dando oportunidade a quem mais precisa com ajuda de custa que beneficia a todos na fábrica.

“Ninguém aqui recebeu 2.000,00 dois mil reais como o GDF no programa de governo,” – Disse uma operária que não quis identificar-se comedo de represarias do GDF.

A minha opinião a Fábrica Social não passa de enrolação aos moradores mais carentes do Distrito Federal. Além de ter quebrado os pequenos empresários que geravam emprego e renda com legalidade no DF, o GDF busca tentar fazer os moradores da cidade Estrutural um curral eleitoral do PT. Só que por trás dessa carapuça estar uma feira para ser construída, uma (UPA), uma delegacia da polícia civil, um batalhão do corpo de bombeiros e outro da polícia militar.

Todos sabem que o dinheiro tem, mais o GDF não tem a mínima vontade de trazer melhorias para a cidade Estrutural.

Fonte: Rodrigo da Estrutural


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