Confiantes, elas seguem sem temer as invictas


Kiara Mila Oliveira

Duelo entre Davi e Golias marcará o confronto entre Brasília/Vôlei e Osasco hoje, às 21h30. De um lado, o experiente clube paulista que segue na Superliga invicto – em 11 jogos. Do outro, o estreante elenco candango que mesmo com a “inocência” venceu muitos grandes durante o campeonato nacional.

Ciente da busca que o Osasco terá em vencer mais uma, a levantadora Camilla Adão garante que o time não medirá forças para ver o oponente cair. “Não temos nada a perder. Se elas ganharem, seremos só mais um time. Caso contrário, vamos ser aquelas que tiraram a invencibilidade. Isso dá muito mais sede”, alfineta a atleta.

Confiante na equipe que montou, o técnico Sérgio Negrão diz que o jogo não terá nada de Davi e Golias. “Nada disso. Será um duelo de grandes”, valoriza o comandante candango.

Com quatro integrantes da seleção e duas estrangeiras do outro lado da rede, mesmo com essa determinação toda, atleta e técnico sabem das dificuldades a serem enfrentadas.

“Elas são jogadoras de seleção e o Osasco acaba sendo um time muito forte por só ter destaques. Sem dúvida são cotadas para serem campeãs. Por isso vamos entrar forte e com tudo porque não temos nada a perder. Se for o nosso dia, a vitória é nossa”, vibrou Camilla.

Forte desafio pela frente e Sérgio afirma que não sentiu nenhuma pontada de nervosismo. “Estão todas muito animadas e com sede de mais uma vitória”, frisou.

REFLEXOS DO PASSADO

Com a autoestima elevada devido ao último confronto em casa, com o Sesi-SP, que rendeu a vitória candanga por 3 x 1, Sérgio não espera a repetição de erros cometidos na partida anterior, tais como a acomodação e a garantia da vitória transmitida ao oponente.

“Tínhamos chances de fechar por 3 x 0, mas deixamos o adversário crescer no jogo”, fator este não aceitável contra o Osasco hoje. “Independentemente do adversário, sendo Osasco ou não, a gente não pode deixar isso acontecer e é o que vamos trabalhar no treino”, destaca Camilla. De acordo com ela, a ponteira Scheilla e as centrais rivais são as mais perigosas.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

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