Colecionando sucessos em show no Nilson Nelson

O estacionamento do Ginásio Nilson Nelson será invadido por três atrações de peso neste final de semana. Quem toma conta do agito é o príncipe do pop Naldo Benny, estourando nas rádios e dono de uma coleção de sucessos de fazer inveja a qualquer artista. Na mesma noite, os baianos do Chiclete com Banana e o sambista carioca Leandro Sapucahy também sobem ao palco para garantir que nenhum brasiliense fique parado. A apresentação acontece sábado, a partir das 21h.

O som de Naldo caiu no gosto da galera. Hits como Se Joga, Na Veia, Chantilly, Exagerado e Amor de Chocolate não saem da boca do povo. Cantando desde 1997, o carioca começou a carreira cantando música gospel na igreja. Fez dupla com o irmão Lula, que faleceu em 2008 pouco depois de os dois gravarem um álbum. “Aquilo me deixou péssimo, mas decidi que iria tocar o nosso trabalho. Por mim, por ele e por todos que torciam pela gente”, recorda Naldo, em entrevista ao Jornal de Brasília.

Volta por cima

Com o sucesso, o funkeiro comemora diversas conquistas, entre elas, o DVD de Ouro por mais de 25 mil cópias vendidas de Na Veia Tour. O trabalho também é destaque na lista dos 10 Mais no iTunes brasileiro. Apesar disso, o cantor revela que sonha alto. “Quero um Grammy”, diz.

Pistas internacionais

Bombando no Brasil, o músico está se transformando no queridinho das pistas norte-americanas. Ele acaba de se apresentar no baile de gala da Brazil Foundation, em Miami, e já gravou com artistas como Kanye West, Will Smith e Timbaland. “Tenho gratidão por tudo que tem acontecido comigo. Sonho alto e ainda preciso trabalhar muito para conquistar tudo que quero”, afirma. Para o futuro, Naldo planeja a gravação de um disco em espanhol e o lançamento de um novo DVD.

Em cartaz: música popular chicleteira

Formada por Bell Marques, no vocal e nas guitarras; Wado Marques, nos teclados; Waltinho Cruz e Deny, na percussão; Lelo Lobão, no contrabaixo; e Walmar Paim, na bateria, a fama do Chiclete com Banana ultrapassa barreiras.

Em Brasília, o grupo tem uma legião de chicleteiros, que segue o balanço do conjunto e se esbalda atrás de trios elétricos, micaretas e festas axezeiras.

A banda é referência quando o assunto é o Carnaval baiano. Por consequência, coleciona números que impressionam: 27 álbuns, 2 DVDs e cerca de 400 músicas gravadas. Com 33 anos de estrada, o sexteto faz uma média de 130 shows por ano.

Sapucapeta

Já o produtor e músico Leandro Sapucahy promete um repertório repleto de canções autorais, algumas românticas, outras mais fortes, todas munidas de críticas sociais que retratam o cotidiano da favela. Releituras de clássicos do cancioneiro popular também compõem o show que o artista traz à cidade neste sábado.

Leandro esteve em Brasília recentemente com o projeto Baile do Sapucapeta, onde apresentou um caldeirão de ritmos e sucessos da música brasileira, com a presença de artistas convidados. Além de cantor e compositor, Sapucahy também é produtor. No currículo, Sambista Perfeito, de Arlindo Cruz, e Samba Meu, de Maria Rita.

Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br

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