Chega a informação de que o comandante do Boeing 747-400 (Jumbo) da Air France que decolou do Rio de Janeiro rumo a Paris às 18h30 desta terça-feira (12)

Chega a informação de que o comandante do Boeing 747-400 (Jumbo) da Air France que decolou do Rio de Janeiro rumo a Paris às 18h30 desta terça-feira (12) e precisou retornar ao aeroporto do Galeão por conta de uma tempestade de granizo teve que jogar combustível fora em pleno ar por motivos de segurança.

O procedimento adotado no voo 443, conhecido como fuel jettison, é normal e recomendável para evitar que a fuselagem da aeronave toque no solo durante o pouso, por conta do peso. Para completar a rota de 9.194 km entre o Galeão (SBGL / GIG) e o Charles de Gaulle (LFPG / CDG) o Boeing é abastecido com mais de 150 mil litros de combustível.

O para-brisa e as seções da asa onde ficam as lâmpadas de sinalização foram danificados devido ao impacto com o gelo. Um 747 voa a aproximadamente a 473 knots (875 km/h) em velocidade planeada. Segundo a Infraero nenhum atendimento médico foi necessário.

Em 2009, o voo 447 da Air France que fazia a mesma rota caiu no Oceano Atlântico depois que cristais de gelo congelaram os Pitots, pequenas antenas instaladas no “nariz” do avião. Essas sondas medem a velocidade da aeronave. Apesar dos sinais sonoros de perda de sustentação (Estol) serem disparados na cabine, os pilotos não imaginaram que estavam caindo. A combinação trágica do erro dos pilotos com a falta de treinamento adequado para aquela situação jogou o Airbus A330 no mar. Os 228 ocupantes morreram.



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