Balão do Aeroporto: quem foi que mentiu nº 2?

   Publicidade oficial do GDF não retrata a realidade do Balão do Aeroporto. Obra tinha custo menor do que o praticado.

Obra com custo previsto em R$ 43 milhões, acabou saindo 22% mais cara.

Por Chico Sant’Anna

A destruição do Bambolê da Dona Sarah para a construção de um mergulhão atravessando o balão ao meio vem sendo, desde o começo da obra, alvo de uma série de versões e contra versões. A obra, que foi um arremedo para substituir o VLT que ligaria o Aeroporto ao Plano Piloto, foi entregue, mas sem evitar questionamentos. A mais nova polêmica tema ver com o custo da obra.

Árvores cinquentenárias foram derrubadas com motosserra.

No início da construção, quando as árvores cinqüentenárias do balão foram detonadas a golpes de motosserras, a secretaria de Comunicação do governador Agnelo Queiroz correu em dizer que a obra tinha licença ambiental e que as árvores seriam transplantadas. Pouco tempo depois, a secretaria de Meio-Ambiente vinha a público desmentindo a secretaria de Comunicação, negando a existência de licença ambiental prévia e anunciando uma multa de R$ 140 mil, teoricamente, a ser paga pelo Departamento de Estradas de Rodagens- DER-DF, responsável pela destruição.

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