Bailarina do Domingão do Faustão pede ajuda para encontrar o pai em Brasília

Vitória Pereira
vitoria.pereira@jornaldebrasilia.com.br

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A história de Ana Carolina Oliveira, a Carol, bailarina do Domingão do Faustão, de 29 anos, está mobilizando os internautas nas redes sociais. A moça nunca conheceu o pai e agora decidiu pedir ajuda para encontra-lo.

Atualmente morando em São Paulo, Carol relata que os pais se conheceram em Brasília, em 1985. O pai, Marco André, se apresentava com uma banda de rock no Espaço Cultural Renato Russo, localizado na 508 Sul. A bailarina conta ao Jornal de Brasília, que a mãe, Benedita Oliveira Lima, conhecida como Marta, a compara com o pai desde que passou a se interessar pela música. “Quando adolescente me interessei por instrumentos musicais e minha mãe dizia que meu pai era baterista em uma banda em Brasília”, afirma.

A ideia da mensagem no Facebook veio da tia da Carol, Fabiana Costa, que incentivou a sobrinha a procurá-lo. “Contei à Carol que uma menina conseguiu encontrar o pai pelas redes sociais e sugeri que ela fizesse o mesmo, afinal ela tem muitos seguidores em sua página e todos podem ajuda-la a encontra-lo. Mas sinceramente não imaginei que repercutiria tão rápido”, esclarece.

Fabiana entrou em contato com algumas bandas, mas até agora nenhuma informação pode confirmar o paradeiro de Marco André, que também é professor de matemática. “Apareceram algumas pessoas dizendo que conheciam alguém que poderia nos informar onde encontra-lo, mas ainda não obtivemos sucesso”, assegura. Carol também se mostra otimista nessa busca. “Vivo com a sensação de que meu pai pode estar me assistindo aos domingos sem saber que sou sua filha. Daqui um mês, faço 30 anos, brinco que posso encontrá-lo até lá, como um presente de aniversário”, endossa.

A bailarina conta que o pai era baterista e tinha um irmão mais velho, Ricardo, que tocava contrabaixo nessa mesma banda. “Acredito que isso pode nos ajudar, pois não é qualquer banda que teriam dois irmãos com esses nomes como integrantes”, admiti. “Minha mãe tinha 17 anos quando foi morar no Rio de Janeiro e só descobriu que estava grávida quando já tinha uns quatro meses de gestação. Como ela não tinha mais contato com ninguém, ele nem imagina que eu existo”, acrescenta.

Quer ajudar?

Quem tiver alguma informação que ajude nas buscas pode entrar em contato com Fabiana pelo número (61) 98350-9143 ou pelo e-mail biaibrenda@hotmail.com. E compartilhe nas redes sociais a carta de Carol Oliveira.

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