Atletas do Brasília contam o que fazem fora do esporte


Atletas do Brasília contam o que fazem fora do esporte

Eli Enoch, por sua vez, chefia um estabelecimento comercial, enquanto a também ponteiro Érika Coimbra vende terras

Kiara Mila Oliveira

Passados 20 dias da eliminação nas quartas de final da Superliga, as atletas do Brasília/Vôlei aproveitam a folga para se dedicarem às atividades longe das quadras. 

A ponteiro Paula Pequeno concorre para ser miss da competição nacional; Eli Enoch, por sua vez, chefia um estabelecimento comercial, enquanto a também ponteiro Érika Coimbra vende terras. Para a surpresa de todos, a oposto Elisângela mantém uma escolinha de futebol.

Motivada pelo marido e ex-atleta de vôlei Enoch Paulino, Eli topou a ideia de abrir uma farmácia no centro de Ceilândia – o estabelecimento foi inaugurado há menos de um mês.

“Nunca tinha lidado com isso e estou gostando. Ajudei a organizar os remédios, sei operar o caixa e atender clientes, mas quando eles me perguntam dos remédios, nem me atrevo a opinar”, brinca Eli. Leigo no assunto, o casal contratou uma amiga farmacêutica, a fim de evitar qualquer dor de cabeça.

Embora ela não atue na profissão, os clientes pedem para serem atendidos pela atleta do Brasília/Vôlei. “Tem um senhor que adora me ver. Uma vez ele precisava de três produtos e os comprou um de cada vez durante o dia só para vir na farmácia”, recorda. Do outro lado, o marido entende a situação e diz não se importar com o assédio dos fãs.

“Em quadra já vi gente levar buquê de flores e ela já recebeu propostas de casamento de caras milionários. Imagina? O homem chega oferecendo castelos e o pretinho aqui perde, né?”, brinca o bem-humorado Enoch.

Futebol, castanha e jornalismo

A ponteiro Érika é mais uma que mantém atividades fora das quadras. Atrelada aos negócios do pai, ela compra e vende terrenos no interior mineiro e mantém uma fazenda no Acre, onde produz castanhas-do-pará para revender em cidades de Minas Gerais.

Érika lembra que a última arrecadação de castanhas chegou à casa dos 15 mil quilos. “No meio disso tudo, penso em abrir um salão de beleza, mas quero me dedicar mais à minha vida de jornalista e trabalhar na televisão”, planeja a atleta.

A oposto Elisângela também se aventura pelo mundo dos negócios. Natural de Londrina-PR, ela firmou parceria com o conterrâneo Marcio Rafael Ferreira , o Rafinha (lateral-direito do Bayern), e abriu uma escolinha de futebol na cidade.

Por ser um esporte bem diferente do vôlei, a atleta se animou com o projeto e, em um ano e meio de formação, já conseguiu inserir atletas nas categorias de base de times como o Corinthians e o Fluminense.

“É uma coisa que estou arriscando. Até agora só estamos investindo, mas o retorno tem sido muito bom”, comenta. Além disso, ela é dona de uma chácara no interior do Paraná.

O lugar é o refúgio da atleta e a família. Para custear as despesas do lugar, ela costuma alugá-lo para pequenos eventos.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

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