Apesar da fiscalização, vendedores insistem em ofertar produtos ilegais


Isa Stacciarini

Apesar da fiscalização, vendedores insistem em ofertar produtos ilegais

Ao mesmo tempo em que a fiscalização se torna mais atuante contra o comércio irregular, o cerco à pirataria parece não intimidar os autores do crime. Em 2012, pouco mais de 1,2 milhão de mídias foram recolhidas, contra 1,1 milhão no ano anterior. Apesar de ainda existir a produção dos materiais ilegais, o aumento de aproximadamente 11% nas apreensões é visto pelo Comitê de Combate à Pirataria da Secretaria de Ordem Pública e Social (Seops) como uma redução da oferta de um mercado obscuro.

Como reflexo do aumento de 59% das intervenções da Seops, na avaliação da pasta, a ação dos vendedores deixa de ocorrer de forma explícita, uma vez que as equipes do GDF chegam aos locais ainda pela manhã e só finalizam a operação à noite. Plano Piloto, Ceilândia e Taguatinga são os pontos onde há mais ocorrências.

Taguatinga assumiu o primeiro lugar no ranking de apreensões de CDs e DVDs piratas em 2012, em razão da Feira dos Importados da cidade. O espaço concentrava grande quantidade de bancas que vendiam produtos falsificados. A Seops garante que agora nenhum dos boxes faz a oferta. “Hoje, os produtos são encontrados nas mãos de sacoleiros, fora da feira, e em alguns centros comerciais. ”, observa o secretário de Ordem Pública e Social, José Grijalma Farias.

Segundo ele, há dois tipos de operações: as preventivas, quando as equipes ocupam os locais antes da chegada dos ambulantes; e as repressivas, quando há um foco pré-estabelecido.


Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br

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