Aécio: Visita favela no Rio e aponta dificuldade de Dilma para fazer campanha na rua


Aécio: Visita favela no Rio e aponta dificuldade de Dilma para fazer campanha na rua

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, chega ao bairro de Vigário Geral, no Rio de Janeiro – Daniel Haidan.
Em visita à favela de Vigário Geral, na Zona Norte do Rio de Janeiro, o candidato à Presidência do PSDB, Aécio Neves, criticou a presidente-candidata Dilma Rousseff por não sair às ruas desde que a campanha começou, dia 6 de julho. Nesta quinta-feira, Dilma também foi ao Rio, mas para um evento fechado com aliados. “A presidente tem tido dificuldade para se apresentar à população. A diferença para a nossa campanha é que nós podemos andar pelas ruas”, disse o tucano…

Na noite de quinta-feira, Dilma esteve em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, para um jantar fechado organizado por políticos aliados. Foi uma tentativa de reação ao abandono do PMDB fluminense. O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), afagou Dilma e prometeu buscar votos para ela. A cúpula do partido no Estado, entretanto, lançou o “Aezão” para puxar votos para Aécio e Pezão.

Maioridade – Durante a visita a uma das regiões conflagradas por conflitos entre policiais e traficantes, Aécio defendeu a redução da maioridade penal para jovens com mais de 16 anos acusados de crimes hediondos. A proposta consta em projeto de lei de autoria do senador Aloysio Nunes (PSDB), candidato a vice-presidente na chapa dele.

“O projeto do Aloysio atinge 1% dos jovens que comete algum delito e pode sinalizar um caminho de diminuição da impunidade. Vamos travar essa discussão, mas é um paliativo. A solução é educação, oportunidade e o Brasil voltar a crescer”, afirmou.

Acompanhado da filha Gabriela Neves, o presidenciável tucano conheceu uma favela fluminense sem Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), o programa de ocupação policial do PMDB no Rio que Aécio pretende reproduzir em outras regiões do país.

Ele também criticou o fato de Dilma ter sido poupada no julgamento do Tribunal de Contas da União (TCU) pelo prejuízo causado com a compra da refinaria de Pasadena pela Petrobras. “Acho curioso que diretores sejam responsabilizados e membros do conselho com responsabilidade formal pela decisão tenham tido tratamento diferenciado. Falta uma palavra pessoal da presidente sobre esse caso”, criticou.

Fonte: DANIEL HAIDAR, do Rio de Janeiro – revista Veja – 25/07/2014 

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