A HISTÓRIA DO PEN

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A HISTÓRIA DO PEN

A história do Partido Ecológico Nacional (PEN) começou a ser escrita muito antes que as questões relacionadas ao meio ambiente e à sustentabilidade – como conceito de desenvolvimento econômico e social que se preocupa com a preservação dos recursos naturais –, se tornassem uma das mais sérias preocupações mundiais da atualidade.
O início da trajetória de vida do fundador e presidente nacional do PEN, o ex-deputado estadual paulista, Adilson Barroso, já o marcou como um colaborador precoce e forçado do meio ambiente. Aos oito anos, Adilson Barroso já catava papéis nas ruas de Belo Horizonte para a reciclagem e ajudava a sua mãe, viúva, a sustentar a família.
A mãe foi obrigada a sair do povoado mineiro de Manda Saia com 19 anos para viver na capital do estado, após a morte trágica de seu esposo aos 27 anos. Adilson Barroso era o filho mais velho e tinha só três anos de idade. Portanto, após a morte do marido, a vida que já era difícil tornou-se pior para sua mãe que só encontrou abrigo numa favela.
Dali, ela acabou indo com os filhos para um albergue em São Paulo e de lá para Fartura, Ribeirão Preto, Sertãozinho e outras cidades do Interior paulista. Adilson Barroso tinha 10 anos quando começou a cortar cana de açúcar e só parou aos 20 anos, quando já vivia em Barrinha, estudava à noite e trabalhava na indústria como funileiro industrial.
A sua trajetória política começou em 1988, aos 23 anos, ao se eleger vereador de Barrinha. Em 1990, foi eleito vice-presidente da Câmara e, em 1992, reeleito vereador. Adilson Barroso foi ainda duas vezes vice-prefeito de Barrinha e, em 2002, conquistou a Assembleia Legislativa de São Paulo, elegendo-se deputado estadual pelo Prona.
Mais tarde, transferiu-se para o PSC e, em 2004, tornou-se presidente da legenda e foi o responsável pelo crescimento do partido, até então, com pouca representatividade nacional. Foi vice-presidente da Comissão de Agricultura, em 2004 e 2005, e foi escolhido Deputado do Parlamento Mundial, com sede em Palermo, na Itália, além de ter sido também o 4º Secretário da Assembleia Legislativa de São Paulo.
No dia 19 de junho de 2012, em plena discussão internacional sobre o futuro do planeta, durante a Rio + 20, e uma semana após a comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente, o Partido Ecológico Nacional conseguiu o registro definitivo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), após 5 anos de trabalho para cumprir as formalidade legais.
“Estamos começando aqui o maior desafio de nossa história, pois nos juntamos neste momento ao compromisso mundial de buscar urgentes soluções para os graves problemas ambientais do planeta”, disse ele. Dessa forma, Adilson Barroso parece ter repetido a clássica história do besouro que, devido ao seu corpo avantajado em relação às minúsculas asas não parecia que poderia voar mas, contrariando a lei da física, voou.
Adilson Barroso, talvez desconhecendo os desafios da vida pública, acabou avançando sempre sem medir sacrifícios e sem ter ideia de quanto tempo precisava para vencer cada etapa dessa trajetória cada vez maior que traçou. No começo, ele foi movido pela insatisfação com a vida que podia dar à mãe e aos irmãos, já que era arrimo de família.
Para ele, a determinação de fundar um partido político foi o seu maior desafio. Principalmente, porque ele fez isso no Brasil, depois de 2005, quando as novas regras tornaram quase impossível conseguir a coleta e a certificação de cerca de 500 mil assinaturas e do registro do partido em nove Estados brasileiros.
Esta sua luta começou a ser vencida em 9 de agosto de 2011, quando o PEN encaminhou a documentação ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Agora, sob o número 51, é que a verdadeira luta do partido, em defesa do meio ambiente e em busca de políticas de desenvolvimento sustentável, está apenas começando. “Na política, os desafios são inevitáveis e devem ser vencidos dia a dia”, diz Adilson Barroso.
 

Jornalista Responsável: J. A. Tiradentes (MTb 10.836)
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