A agenda do doleiro Fayed


As campanhas eleitorais começam a esquentar com documentos, fitas de vídeos e aúdios, feitos pela Polícia Federal em operações deflagradas a toque de caixa para abastecer o jogo político que se define em outubro.

A Operação da Polícia Federal, Fundo Perdido, deflagrada em março de 2014 acabou achando tubarões flagrados atuando no esquema de Fundo de Previdências em 107 cidades de nove estados brasileiros.

A novidade para alguns é o nome do petista paulista, Cândido Vacarezza, que aparece em gravações fazendo parte do grupo que atua nos fundos de previdências e outros. A operação que começou batizada com o nome de Fundo Falso, é apenas um dedo da grande operação que será deflagrada antes do dia 05 de outubro.

Os integrantes chamados pela Polícia Federal de organização criminosa se comunicam entre si e se referem a um grande chefe que a PF supõe ser um político de muita influência no cenário nacional.

Esta semana, após três meses de “licença”a delegada Andrea Pinho, que deflagrou a Operação Miquéias, Lava Jato e investigava a participação do ex-presidente Lula no mensalão denunciado por Marcos Valério, foi afastada das operações e atualmente prepara relatórios nos inquéritos instaurado por ela.

Agentes que trabalharam nas operações inclusive em São Paulo vão começar com o vazamento de documentos e gravações que serão divulgadas para os eleitores que ainda pesam em votar em políticos que se candidataram para as eleições de outubro.

Listas de pagamentos do doleiro Fayed Trabouse com beneficiários que mostram a movimentação do doleiro com pagamentos de propinas, a exemplo o governador de Tocantins, Eduardo Siqueira Campos e o ex gestor do fundo de previdência do Estado, Rogério Villas Boas.

Também aparece com destaque, o ex-ministro do governo Fernando Collor de Mello, o ex-ministro Pedro Paulo Leone Ramos.

Toda a agenda do doleiro apreendida pela PF, será divulgada por esta coluna. 


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