Vereador Vieira Reis e Presidente do PRB em Campos dos Goytacazes

Presidente do PRB em Campos dos Goytacazes

Publicado por Redação PRB
 
Quem chega a Campos dos Goytacazes, cidade do Norte fluminense com mais de 500 mil habitantes, logo é apresentado ao lema: “Campos, doce como o açúcar e forte como o petróleo.”  De certa forma, a característica da cidade pode ser vislumbrada no presidente do PRB local, o também vereador Vieira Reis. Sensato e equilibrado em suas ponderações, e até doce ao falar da cidade que o acolheu com carinho, Vieira mostra toda sua indignação e veemência ao defender  a cidade de propostas que podem levá-la ao empobrecimento, como a que reduz o repasse dos royalties da indústria petrolífera. O político, que nunca esqueceu o passado, tem a mente voltada para o futuro, com projetos como o que regulamenta as lan houses e a preocupação com a qualificação de mão de obra local para suprir as necessidades do maior empreendimento portuário da América Latina.

1 – Quais as perspectivas do PRB para as próximas eleições em Campos?
São as melhores possíveis. Hoje temos um vereador. Nas próximas eleições, vamos concorrer com dez candidatos (incluindo a coligação). Desses dez, temos a convicção de que elegeremos de dois a três. Além disso, estamos empenhados em reeleger a atual administração, de forma a garantir a manutenção de projetos que estão desenvolvendo a região de Campos dos Goytacazes. Aliás, quando falamos em região devemos lembrar que são ótimas as perspectivas para todo o estado, em especial na região Norte e Nordestes do Rio, em municípios como Itaperuna, Macaé, Quissamã, São João da Barra, etc.

2 – Esse entusiasmo não vai na contramão de uma suposta descrença na política? Como trazer novos personagens e militantes para a atividade política?
Com trabalho. O que vai resgatar a credibilidade da política é o trabalho. Além disso, tudo tem que ser feito com transparência. Pensando no povo e na população. Quem pensa somente em si vai ficar sozinho. Mas quem se dedica ao povo sempre terá espaço na memória coletiva. Então, com trabalho, transparência e dedicação ao próximo, você resgata os valores da real política. Daquela que realmente conta e faz a diferença.

3 – O senhor é candidato? Por quê?
Durante muitos anos eu participei ativamente da vida partidária, contribuindo com outros companheiros em seus projetos políticos. Até ser convidado a participar de forma mais direta, levando em consideração a rede social que construí e a experiência que acumulei como militante e na organização do partido. Vi como uma boa proposta assumir ou buscar assumir um mandato, porque, muitas vezes, ao não assumir um papel mais proativo na política, você acaba deixando espaços para oportunistas e mal intencionados. Assim, resolvi que era melhor ocupá-lo já que minha intenção é fazer política pelo bem comum. Além disso, tomei contato também com gente que era bem intencionada, mas que estava fazendo as coisas de forma erada. Quando tive a oportunidade de encontrar com pessoas como o nosso atual ministro Marcelo Crivella, que me mostraram como um mandato poderia ser usado pelo e para o povo, tive certeza de que poderia usar minha experiência em um mandato.   

4 – Por que o PRB?
Porque o partido veio nessa onda de renovação da prática política. Veio contribuir definitivamente para o processo de restauração do país que estamos vivendo. O PRB nasceu com esse objetivo, de cuidar da coisa pública. Com austeridade, com o empenho de nomes importantes, como o do nosso eterno presidente de honra, José Alencar. Na verdade, não tinha como não ser o PRB.

5 – Lembrando sua carreira política, o senhor, enquanto deputado federal, foi autor do projeto das lan houses, regulamentando o funcionamento desses estabelecimentos. Como o senhor avalia o andamento dessa questão desde então?
O projeto foi aprovado depois que deixei a Câmara, o que me deixou satisfeito, pois foi uma forma de reconhecimento da importância que ele tem. Vi o quanto ele repercutiu nacional e até internacionalmente. Acho, no entanto, que ele precisa ser alavancado. Essas lan houses têm um alcance social muito grande. Elas têm todos os requisitos para promover a integração social, serem usadas em projetos de educação. Podem, enfim, surtir efeitos positivos para toda a população, desde que sejam usadas com equilíbrio. Isso é o que a lei procura estabelecer. Mas acho que falta mais empenho da administração em sua efetividade.

6 – Já que estamos falando de lan houses, como o senhor avalia a importância política da internet?
Muito grande. A internet nos nivela em aspectos muito práticos. Vou dar um exemplo: todos os candidatos podem ficar no mesmo nível de exposição. Ela reduz a desigualdade nas campanhas. Possibilitando que candidatos com menos recursos e me

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