Estrutural agora tem Mala do Livro no centro olimpico

  

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 Depois de praticar esporte as crianças do Centro Olímpico da Estrutural poderão exercitar a imaginação.

Informações da Secretaria de Esporte

“Posso levar os três?” Empolgado, com três gibis na mão, o estudante Lucas Oliveira, de 8 anos, aluno de futebol society  do Centro Olímpico da Estrutural, era uma das dezenas de crianças que se deliciavam à frente de uma novidade: a Mala do Livro, uma minibiblioteca com cerca de 150 títulos, todos disponíveis para a comunidade, na entrada do Centro Olímpico.

Uma parceria entre as Secretarias de Esporte e Cultura está promovendo o incentivo à leitura nos Centros Olímpicos do DF por meio do projeto “Biblioteca Domiciliar Neusa Dourado – Mala do Livro”, que tem como objetivos a difusão do hábito da leitura, a democratização do acesso ao livro e o apoio ao exercício da cidadania. Nesta terça-feira (26), a minibiblioteca foi lançada no Centro Olímpico da Estrutural, com a presença do secretário de Esporte, Célio René e do secretário de Cultura, Hamilton Pereira.

“As grandes transformações sociais nascem da cultura, e o livro tem participação fundamental nisso”, disse o secretário de Esporte, que enfatizou que a proposta dos Centros Olímpicos não se limita a oferecer apenas atividades esportivas, mas também a formação integral dos alunos e o aprimoramento da conduta cidadã. A Mala do Livro também já é sucesso nos Centros Olímpicos de Brazlândia, Ceilândia,  Recanto das Emas,  Samambaia e São Sebastião. 

Para o secretário de Cultura, assim como o esporte é fundamental para se ter uma vida saudável, nenhuma sociedade humana pode dispensar o livro. Hamilton Pereira reforçou que espaços de convivência e bem-estar como os Centros Olímpicos são perfeitos para abrigar as minibibliotecas. “Agora vamos aos livros”, finalizou.

Breve história

O projeto Mala do Livro está completando, em agosto, 22 anos. A idéia foi da bibliotecária Neusa Dourado, que decidiu levar pequenas coleções de livros em cestas de palha para comunidades que ficavam muito longe de uma biblioteca pública. Anos depois, com o aumento do interesse pela leitura, as cestas foram substituídas por caixas-estantes de madeira e hoje, o programa atende a todas as regiões administrativas de Brasília e entorno, além dos sete municípios do Ecomuseu do Cerrado: Abadiânia, Alexânia, Anapólis, Corumbá, Cocalzinho, Águas Lindas e Pirenópolis.

Cada minibiblioteca tem acervo de cerca de 150 volumes, composto de livros didáticos e de apoio escolar, literaturas infantil, brasileira e estrangeira. Os livros são emprestados por sete dias.

 
 

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