Arruda promete construir escolas públicas de música pelas cidades


Arruda promete construir escolas públicas de música pelas cidades

A reunião serviu para a discussão de propostas para a segurança pública com a comunidade e lideranças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, na maioria oficiais das duas corporações

Inspirado pela Orquestra JK, formada por militares do Corpo de Bombeiro, da Polícia Militar e alunos da Escola de Música de Brasília, o candidato José Roberto Arruda (PR) regeu, ontem, os músicos que formavam a antiga Brasília Big Band e prometeu a construção de uma escola pública de música para Ceilândia e posteriormente para outras regiões administrativas do Distrito Federal.

“Vou construí-la e depois dela, outras virão em outras cidades do DF. Nós literalmente vamos fazer Brasília cantar e dançar. Meu governo foi caracterizado por obras, e agora deixará um legado. Será uma verdadeira reforma cultural na cidade: seremos referencia em relação aos investimentos para a cultura”, afirmou o ex-governador.

Com oficiais
A reunião serviu para a discussão de propostas para a segurança pública com a comunidade e lideranças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, na maioria oficiais das duas corporações.

“A polícia não é apenas corretiva, este é um trabalho preventivo e eu acredito no poder transformador que não só a música, mas que todas as artes, todas as formas de expressão, de manifestação da cultura trazem ao cidadão. Transforma as crianças, transforma os adultos”, declarou José Roberto Arruda.

Segundo o ex-governador, a participação das forças de segurança auxiliares servirá não apenas para combater o crime, mas para transfomar a sociedade.

“Não medirei os esforços direcionados para a cultura, sobretudo nas áreas mais carentes. Quero levar a orquestra para todas as feiras, escolas e comunidades do DF. Vou construir a escola de música de Ceilândia e depois dela, outras serão erguidas”, garantiu o ex-governador.

O candidato declarou que, além da música, pretende investir em outros tipos de arte, especialmente em áreas carentes. “Brasília exporta mais artistas do que fica com eles. Na rede pública temos 600 mil jovens carentes e ociosos. Com eles podemos investir em teatro, dança e música”, afirmou Arruda.

Ao candidato ao Buriti, os músicos se queixaram de que, quando assumiu em 2011, a atual gestão acabou com o trabalho do grupo, que se apresentava por praças, cerimônias, escolas, feiras e ruas do Distrito Federal.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

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